de volta ao trabalho

No Tomilho-limão reuni algumas ideias para a marmita e aqui recolhi projetos que podemos fazer para a transportar em grande estilo. Tenho que tirar o pó à maquina de costura e por mãos à obra :)

Qual o vosso preferido?

 


 

sobre a amizade

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Hoje celebra-se o dia internacional da amizade e por isso decidi partilhar aqui uma das minhas passagens preferidas sobre o tema e que resume muito bem aquilo em que acredito. As amizades (a família que escolhemos) são muito preciosas: um amigo é aquele que nos apoia, que nos acompanha, que fica feliz com as nossas conquistas, que se ri connosco mas que também nos vê chorar (e chora por dentro). É aquele que nos diz coisas que às vezes não gostamos de ouvir para nos fazer ser melhores – mesmo que isso custe a amizade – mas não será por acaso e não mais ficaremos iguais.

“Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, pois cada pessoa é única
e nenhuma substitui outra.

Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, mas não vai só
nem nos deixa sós.

Leva um pouco de nós mesmos,
deixa um pouco de si mesmo.

Há os que levam muito,
mas há os que não levam nada.

Essa é a maior responsabilidade de nossa vida,
e a prova de que duas almas
não se encontram ao acaso.

Acaso
Antoine de Saint-Exupéry

trufas de chocolate

Maravilha!
Comer estas trufas, sabendo (ainda por cima) que são saudáveis. Uma excelente alternativa para aqueles dias em que apetece alguma coisa doce, sem a sensação de guilty pleasure.

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Muito, muito fáceis de fazer – segui esta receita – farão certamente parte dos meus dias daqui em diante.

Colocar estes ingredientes num robot de cozinha, triturar e moldar bolinhas.
- 1 chávena, metade aveia integral, metade amêndoa palitada
- 1 chávena de tâmaras, sem caroço
- 1/2 chávena de sultanas
- 1 colher, bem cheia, de cacau cru em pó

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dos fracos não reza a história

OU DA GELATINA DE KIWI QUE NÃO CORREU ASSIM TÃO BEM


Estamos na época deles, nos últimos cabazes PROVE vieram em abundância e estavam a sobrar na fruteira. Tinha também o agar-agar em casa, comprado recentemente, e então lembrei-me de fazer uma gelatina de kiwi. Achei que conceito era bom: conseguia não desperdiçar a fruta e estava a fazer uma sobremesa sem o ser propriamente, pois seria estar a comer fruta with a twist (com um bocadinho de açúcar, vá).

MÃOS À OBRA
Colocar o agar-agar de molho num pouco de água, uns 10 minutos antes de usar; Descascar os kiwis, juntar açúcar a gosto, deixar dissolver ao lume e reduzir a puré, com a varinha mágica. Juntar o agar-agar e deixar ferver. Colocar em formas, deixar arrefecer, e colocar no frio.

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RESULTADO
Apesar de resultar numa sobremesa bonita, com uma textura interessante, o sabor final é muito ácido. Se voltar a fazer (é bem provável que sim) não o farei do mesmo modo. Penso que algumas destas alterações podem ajudar na equação: misturar outra fruta no puré, talvez maçã, pode cortar alguma acidez, visto que o kiwi é realmente uma fruta ácida; usar o puré de kiwi fresco e ferver o agar-agar em água ou sumo, juntando depois à fruta fresca; usar kiwis ainda mais maduros e aumentar o açúcar (usei cerca de uma colher de sopa bem cheia). Se tiverem outras sugestões, serão bem-vindas :)

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USAR KIWIS
Se tiverem kiwis a mais nas fruteiras, aqui ficam várias sugestões do que é possível fazer com eles.

tecidos / padrões

De volta aos tecidos. Uma das minhas paixões, os padrões.

Inspiração / Tecidos

não ficar mais velho


Death is not the greatest loss in life. The greatest loss is what dies inside us while we live.

Norman Cousins

Já não me lembro de como cheguei lá. Sei que me agradaram os artigos e fui acompanhando o blog.  Sabendo, por experiência própria o resultado que uma alteração na alimentação pode ter no bem estar, a curiosidade por aquilo que alguém tem a dizer sobre o assunto já existia. A busca de uma alimentação saudável (e do efeito que esta possa ter para nos fazer sentir rejuvenescidos/mais enérgicos/…), levou-me a inscrever-me no Workshop de Anti-aging da Miss Kale.

ONDE E QUANDO
Decorreu no passado sábado, dia 1 de fevereiro, no Porto. Armei-me de armas (caderno e caneta) e bagagens (fui de combóio acompanhada do meu tricot) e pus-me a caminho. Decorreu num espaço muito interessante, que visto da rua passa completamente despercebido.

opo

fotografia: Cowork Studio OPO’Lab

A TEORIA, A PRÁTICA AND THE BIG PICTURE
Somos  aquilo que comemos e o modo como tratamos o nosso corpo tem reflexo no modo como nos sentimos. Penso que essa é a ideia geral transmitida no workshop, e é uma dedução que qualquer um de nós faria. É senso comum. A questão é como? Fazemos escolhas todos os dias, muitas vezes desconhecendo o efeito que têm. O workshop é um momento de tomada de consciência, na forma de um conjunto de passos que a Francisca sugere, fruto da investigação que tem feito ao longo dos anos e daquilo em que acredita. Não vou entrar em detalhe relativamente a cada um destes passos (isso é do domínio do workshop), mas posso apontar os pontos que considerei mais pertinentes (ou que a mim dizem mais e que vejo como possíveis de integrar no meu estilo de vida): devemos escolher alimentos que não sejam processados, de preferência biológicos/integrais, manter-nos hidratados, evitar situações de stress e dormir bem. Participar neste workshop confirmou-me, ainda, algo que já sabia – devemos aprender a escutar o nosso organismo, pois ele dir-nos-á daquilo que gosta ou não.

O ÓTIMO É INIMIGO DO BOM
Embora o tratamento dos temas tenha sido completo, estava à espera que acarinhasse mais o processo, que é gradual, e não tanto o fim. O que quero dizer com isto? – se não se consigo alcançar a soma das partes (dos passos), o que é prioritário? Por que parte do processo devo começar? Sou também sensível a uma outra realidade: há quem não tenha o rendimento disponível (eu incluída), nem viva nos grandes centros urbanos (idem) para ter acesso a algumas das propostas feitas, mesmo estando consciente de que se trata de um investimento em saúde. Se eu não tiver dinheiro para comprar fruta biológica, continua a ser mais saudável comer uma maçã normalizada do que comer um donut. Senti falta dessa dimensão e do conforto de sentir que adotar pelo menos algumas das alterações podem ter um efeito benéfico: o que pode ser fundamental para quem está a dar os primeiros passos. Ainda assim, estou muito feliz por ter participado e o balanço é positivo.

O LANCHE
Fizemos uma pausa para um lanche, oferecido no workshop, e foi um batido verde, bem verde (com coentros, que eu até nem gosto), mas que é inesperadamente bom! Eu fiquei fã :)

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VOU FICAR MAIS NOVA?
Cronologicamente não posso reverter o relógio. Mas se há alterações que me façam sentir mais enérgica e mais saudável, irei, sem dúvida, explorá-las; seguir algumas das sugestões feitas no workshop com este objetivo, é um desafio que coloco a mim própria e que prometo ir partilhando essa experiência aqui no blog! :)

olhar pr’ó boneco

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boneco de tecido: disponível (reservado)
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experimentando

Gosto muito de procurar novas formas de confecionar os alimentos ou de encontrar outros que quebrem a rotina dos pratos habituais. Procuro também alternativas (mais) saudáveis, que vão compensando os dias em que as escolhas não são as melhores.

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Para além dos livros de cozinha (um vício), a internet é, sem dúvida, a minha principal fonte de informação: mas depois, para experimentar, não há como ir à loja, ver os alimentos de perto e imaginar como os utilizar.

Numa recente visita a uma loja de produtos naturais escolhi alguns produtos para experimentar, alguns com ideias em mente, outros apenas por curiosidade.

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O QUE TROUXE PARA CASA
leites, de amêndoa e de avelã
agar-agar
sementes de chia
sementes de abóbora
pérolas de tapioca
pudim de amêndoa
humus
gengibre cristalizado
gelatina light

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menu semanal #06

menusEstamos na sexta semana do ano e a partir de agora é assim que vou numerar os menus semanais.

segunda-feira
frango assado no forno, arroz e grelos salteados

terça-feira
lombo de atum grelhado, batata cozida, brócolos

quarta-feira
esparguete à bolonhesa, salada de alface

quinta-feira
arroz de bacalhau com grão, legumes

sexta-feira
omoletes, batata frita e salada de tomate

bon appetit!

papas de abóbora

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São muito mais fáceis de fazer do que imaginei e ficam uma delícia, estas papas de abóbora.

Os ingredientes
500 gr de abóbora descascada (cortada em cubos)
água q.b.
1 pau de canela
1 colher sopa (mal medida) de manteiga
2 colheres de sopa de farinha fina
3 colheres de sopa de açúcar
canela em pó para polvilhar

Como fazer?
Cozer a abóbora com um pouco de água e um pau de canela. Depois de cozida, retirar o pau de canela, escorrer e reservar o líquido da cozedura. Juntar a manteiga e passar com a varinha mágica. Se estiver muito espesso, juntar colheres da água da cozedura reservada, até obter consistência desejada.
Colocar a farinha e o açúcar num recipiente, envolvendo-os. Juntar ao puré de abóbora aos bocadinhos, mexendo sempre para evitar a formação de grumos. Voltar a passar com a varinha, se necessário.
Colocar numa travessa ou em taças e deixar arrefecer antes de polvilhar com canela.

Em relação à quantidade de açúcar
Tem muito a ver com o gosto e penso que também poderá ter a ver com a abóbora utilizada. Ficaram docinhas mas podiam ter levado mais uma colher de sopa de açúcar. É uma questão de ir provando :)

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