Cabo Verde e Moçambique

Têm-me trazido tecidos africanos. Os primeiros vieram de Cabo Verde e, mais recentemente, capulanas de Moçambique. A “colecção” já começa a ser grande e, confesso, ainda não consegui cortar nenhum. Ainda mais depois de ficar a saber, pela leitura da muito interessante série de posts da Rosa Pomar sobre o assunto, que estes tecidos transmitem ideias, que têm um significado.

Capulanas de Moçambique

Ontem chegaram estas capulanas da Casa Elefante (Maputo, Moçambique).

Capulanas de Moçambique

balanço

Vários dias sem cá vir (escrever). Primeiro bastante trabalho a preparar o mercado Quebra Costas, depois o mercado propriamente dito, seguido de uma vontade enorme de lareira, sofá, agulhas e descanso.

Mercado Quebra Costas

Mercado Quebra Costas

Do mercado? Gostei “assim assim”.

wip

a trabalhar para o mercado Quebra-Costas, em Coimbra.

para o mercado quebra-costas

se não chover…

mercadoqc_08.11

estarei presente pela primeira vez no mercado do Quebra-costas, em Coimbra. Yeahhh!

Sábado, dia 8 de Novembro (não faltem, é a última edição do ano)

14H-20H

em círculo

Consegui, finalmente, tricotar em círculo. Fiz um gorro para o João, muito simples, mas que me enche de alegria. Andava há tanto tempo com vontade de lhe fazer um. Ficou-lhe bem no diametro, mas podia ser um pouco maior na altura. Tem alguns erros, que foram sendo tratados “on the go”.

primeiro gorro

Ajudas fundamentais:
- um vídeo sobre magic loop knitting, disponível aqui.
- esta receita (que segui essencialmente para aprender a fazer as reduções), via ravelry.

Já estou com vontade de lhe fazer outro, agora com uma barra em canelado :-)

gato

gato

acabado de fazer =)

feira das velharias

Hoje fui à Feira das Velharias aqui de Aveiro.  Estava como de costume, mas a manhã quente e cheia de luz deu-lhe uma cor especial (que infelizmente não fotografei porque o cartão da máquina ficou em casa).

Trouxe botões e livros.

Botões

petzi

Gostava de ter trazido uma caixa de costura de madeira (com pés) que lá estava mas que não pude observar devidamente (ele há gente muito mal educada que acha que se alguém pergunta o preço de alguma coisa é porque vai comprar logo a seguir…” oh menina se não está interessada não pergunta o preço!”), uma arca lindíssima mas cujo preço era proibitivo e as muitas máquinas de costura, em tamanho real, com caixa, em miniatura, os pés em ferro, … que por lá abundavam. E também a cadeira de madeira em miniatura que ando à procura há séculos (mas essa não encontrei). Pode ser que para o mês que vem.

pronto…não resisti

 eu sei que anda por aí a moda…mas não resisti.
de que casta deveria ter sido?

1950 1960 1968 1978

para quem quiser brincar também

no outro dia em conversa com uma amiga

ela: sabes o que é que podias fazer?
eu: o quê?
ela: uma boneca, mas grávida, assim com barriga e tudo!
eu:  eh pá! isso é um ideia bestial:))) tenho que ver isso!

(…)

depois descobri esta e mais estas.

preguiça

Ontem não me apeteceu pegar no projecto que tenho em mãos.

Esteve mais frio que nos dias anteriores e cheguei a casa ao fim da tarde com os ossos gelados. Nada que um banhinho quente não tenha resolvido (vinha com vontade de acender a lareira, mas achei que se calhar ainda é cedo).

Pijaminho vestido, lides domésticas tratadas e daí até estar alapada no sofá foi um saltinho, armada de agulhas e lã. Peguei também no livro que trouxe da biblioteca, que tenho lido, aos soluços, nos últimos dias. Descobri que existem duas maneiras de tricotar, o método francês e o método alemão, o primeiro mais adequado para pessoas destras e o segundo para canhotas. Uma coisa que me mete muita confusão, tanto nos gráficos do livro como nestes vídeos [excelentes e que têm sido uma ajuda preciosa ] é que as tricotadeiras não passam a lã à volta do pescoço. Ora, eu aprendi a tricotar assim tinha para aí uns 10 anos… bem que tentei da outra forma, mas não consegui…

Adiante. De cada vez que pego no tricot esqueço-me de como se montam as malhas, mas depois de várias tentativas lá consegui (se calhar é mesmo como andar de bicicleta, como dizem). O objectivo era conseguir fazer um ponto diferente daquele sempre a direito que fica às ondinhas (é liga? ou é meia?) e começar a fazer alguma coisa que não o cachecol. Umas mitenes vinham mesmo a calhar. Passou-me rápido. Deixa-te estar mas é quietinha e faz lá um cachecol que é isso que sabes fazer e aprende a fazer um ponto novo que já não é nada mau.

Comecei, desmanchei, comecei, desmanchei, … até ficar de mau humor e a culpar o material (…)

Hoje fui à minha loja das lãs preferida, vim de lá feliz com o que encontrei, e comecei de novo (apesar da difícil adaptação às agulhas número 9 que também trouxe e que me parecem gigantescas). … estou a fazer (mais) um cachecol… deixo as mitenes para quando me sentir mesmo corajosa.

agulhas

Quem é que arranjou uma lã tão gira? quem foi?