recuperar velhos (bons) hábitos
hoje fui à biblioteca municipal aqui da zona. Até tenho vergonha de dizer, mas o último registo de requisições que lá fiz, data de 1997; 11 anos passados, portanto (shame on me). Em criança e adolescente era frequentadora assídua, mas depois fui perdendo o hábito.
Trouxe três livros: um sobre ervas aromáticas, outro sobre tricot (O tricot em 10 lições, de 1978), e outro ainda sobre conservação de alimentos. Sim, porque a leitura do blog de Amanda Soule (SouleMama) despertou-me a curiosidade sobre este último assunto.
A secção infantil convida a levar lá o João. Terão hora do conto? A saber.
nota mental: para a próxima levar uns sapatos que façam menos ruído ;-)
lightbox
Como a altura do dia que tenho disponível para fotografar é à noite, tenho que iluminar aquilo que quero fotografar, o que por vezes não é muito fácil. Tenho sentido alguma dificuldade em conseguir a iluminação que permita tirar uma boa fotografia (ou melhor, uma fotografia decente). Isto fez-me ir procurar informação sobre estratégias para compensar este problema, e claro, sem ter que gastar uma fortuna em equipamentos fotográficos.
Depois de ler uns quantos artigos sobre o assunto encontrei uma solução caseira que achei que valia a pena experimentar, até porque os materiais necessário à sua execução são muito simples…uma caixa de cartão, papel de seda, fita cola, um x-acto, régua e lápis. Segui as instruções e construí então uma caixa de luz. Testei-a com os recursos que tinha em casa (candeeiros de escritório), sem me preocupar muito com a intensidade da luz.
Gostei parcialmente do resultado: estão, sem dúvida, melhores que estas, mas foi preciso (na mesma) tratar a fotografia. O fundo não fica completamente branco o que, a bom da verdade, até me agrada, isto se se estiver à procura de um fundo neutro. Nos próximos tempos vou brincar com diferentes intensidades de luz e com o ajuste da direcção ou posição dos candeeiros (também era bom experimentar fotografar com um tripé).
4 748,14858 dias
Numa noite em que o céu tinha um brilho mais forte
e em que o sono parecia disposto a não vir
fui estender-me na praia sozinho ao relento
e ali longe do tempo acabei por dormir
Acordei com o toque suave de um beijo
e uma cara sardenta encheu-me o olhar
ainda meio a sonhar perguntei-lhe quem era
ela riu-se e disse baixinho: estrela do mar
Sou a estrela do mar
só a ele obedeço, só ele me conhece
só ele sabe quem sou no princípio e no fim
só a ele sou fiel e é ele quem me protege
quando alguém quer à força ser dono de mim
Não sei se era maior o desejo ou o espanto
mas sei que por instantes deixei de pensar
uma chama invisível incendiou-me o peito
qualquer coisa impossível fez-me acreditar
Em silêncio trocámos segredos e abraços
inscrevemos no espaço um novo alfabeto
já passaram mil anos sobre o nosso encontro
mas mil anos são pouco ou nada para a estrela do mar
Letra e música: Jorge Palma
In: “Asas e penas” (84); “Só” (91)
pintalgado
tem “muita pinta”, um cachecol e calções.
Está disponível para ir para uma nova casa.
22€ (portes de envio para Portugal incluídos)
2008-1994=14
eu não queria usar clichés mas é um facto que o tempo passa depressa de mais.
Ainda ontem nasceu e já conta 14.
Parabéns meu filho!
obras feitas
E pronto…obras feitas no estendal!
Depois de algum tempo a trabalhar na renovação do meu blog, parece-me que a casa está mais apresentável. Adoptei um novo tema do wordpress, desenvolvido por R. Bhavesh, que depois redesenhei. Houve uma alteração de imagem, mas também a introdução de um conjunto de funcionalidades que já faziam falta. Ainda não terminei tudo o que queria (daí a existência de algumas páginas em construção), mas nada como ter o blog “no ar” para o testar. Espero terminar esta empreitada em breve.

amigurumi
depois de ter passado muito tempo a achar que ler as instruções que permitem fazer os amigurumi era coisa que eu nunca iria conseguir decifrar…lá tomei coragem e peguei na agulha. Não o fiz sozinha, claro. Vi alguns vídeos disponíveis no blog Hook and Needles (que são fantásticos) e depois tentei começar com um esquema muuuuito simples, para não desanimar.
Transformei ligeiramente o esquema do passarinho, porque achei piada ao ar meio alienígena com que ficou.


Entretanto já consigo (mais ou menos) traduzir os símbolos que aparecem nos esquemas e aventurei-me um pouco mais.
o último post
fez-me sair da inércia. Mal acabei de o publicar e sai pela porta fora. Tinha tempo para fazer, máquina fotográfica na carteira e um dia (um pouco) mais convidativo…



mais aqui.
ginástica bloguesca
precisa-se! Que isto de ficar muito tempo sem escrever no blog…








